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A comissão técnica da Seleção Brasileira de Futebol Indígena, que será liderada pelo treinador Huberlan Silva, acaba de anunciar seus auxiliares para a Copa Indoamérica, no Chile em 2025. Márcio Santos e Walax Roscielle foram escolhidos para compor a equipe de apoio técnico, trazendo uma rica experiência e grande entusiasmo para o projeto.

Márcio Santos: “É uma oportunidade de celebrar a diversidade cultural”

Com vasta experiência no futebol e membro da comissão técnica de clubes como Alianza Lima e Assev, Márcio Santos vê sua participação na Seleção Brasileira Indígena como algo único e inspirador. Em sua declaração, ele falou da emoção e da responsabilidade que sente ao assumir esse papel:

“Hoje, como membro da comissão técnica da Alianza Lima, Assev e outras agências e projetos como Unisoccer, é com muita emoção e responsabilidade que vamos nos preparar para essa jornada única e transformadora. A expectativa de trabalhar com esses atletas talentosos vai muito além do aspecto esportivo; é uma oportunidade de celebrar e valorizar a diversidade cultural dos povos indígenas do Brasil,” afirmou.

Márcio ressaltou ainda o significado do torneio para os atletas e suas comunidades. “A expectativa para os jogos da Copa América no Chile é palpável. Sabemos que estaremos representando não apenas nossos atletas, mas toda uma nação de povos indígenas. Temos a responsabilidade de mostrar ao Brasil e ao mundo a força e a resiliência das comunidades indígenas. Cada partida será uma oportunidade para destacar nossa identidade cultural e lutar pela visibilidade que merecemos. Estamos empolgados com o potencial dessa equipe e confiantes de que juntos podemos alcançar grandes conquistas. Acreditamos que essa seleção será um marco na história do esporte brasileiro, promovendo inclusão e respeito,” concluiu.


Walax Roscielle: “É uma honra fazer parte desse projeto”

Com passagens pelo Aurora (Guatemala), Palmeiras, Alianza Lima e outras equipes, Walax Roscielle vê sua participação na seleção indígena como um marco pessoal e profissional. Ele expressou o orgulho em fazer parte do projeto:

“Como treinador de futebol com experiência em clubes como Aurora (Guatemala), Palmeiras, Alianza Lima, Assev e outras iniciativas como Unisoccer, é uma honra compor o quadro da comissão técnica da Seleção Brasileira Indígena,” declarou Walax, reafirmando seu compromisso com o projeto.

A seleção indígena está ganhando forma com uma comissão técnica experiente e comprometida, que vê o torneio não só como uma competição esportiva, mas como uma oportunidade para ampliar o reconhecimento e a visibilidade das culturas indígenas do Brasil. O desafio da Copa Indoamérica, além de uma busca por vitórias, torna-se um símbolo de inclusão e representatividade, marcando um novo capítulo no futebol brasileiro.

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